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The Post: A Guerra Secreta

Título: The Post Lançamento: 2018 Áudio: Português | Inglês
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The Post: A Guerra Secreta – Ben Bradlee (Tom Hanks) e Kat Graham (Meryl Streep), editores do The Washington Post, recebem um enorme estudo detalhado sobre o controverso papel dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã e enfrentam de tudo para publicar os bombásticos documentos.
The Post (2017) on IMDb 

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Mais sobre o filme
Nick Fury, chefe da S.H.I.E.L.D., após investigações, acredita que o governo da Latvéria financia secretamente vilões que atuam nos Estados Unidos, e por isso pede ao governo norte-americano para tomar alguma atitude em relação a isso. Porém, o governo recusa, devido aos problemas que isso poderia causar nas relações políticas entre os países. Então, Fury reúne um grupo de super-heróis composto por Homem-Aranha, Luke Cage, Demolidor, Wolverine, Viúva Negra e Capitão América para, sem autorização do Governo Americano, atacar secretamente a Latvéria, comandada por Lúcia von Bardas, primeira-ministra eleita (o Dr. Destino não estava no poder). Após o fato, Fury sumiu, deixando a S.H.I.E.L.D. sob a liderança de Maria Hill.

Fonte:  wikipedia

Curiosidades

1 – Nas cenas envolvendo os documentos do Pentágono foram usados os documentos do verdadeiro Daniel Ellsberg, inclusive as páginas espalhadas no chão da casa de Benjamim C. Bradlee, personagem de Tom Hanks.

2 – Além disso, nas cenas em que o presidente Nixon fala do telefone da Sala Oval, a voz do verdadeiro Nixon foi tirada de fitas da Casa Branca.

3 – O filme é dedicado a Nora Ephron, que foi casa com Carl Bernstein que, por sua vez, juntamente com Bob Woodward, descobriu o escândalo de Watergate em 1972 como repórteres do Washington Post.

4 – Não tendo trabalho anteriormente com Spielberg, Meryl Streep se chateou ao descobrir que o diretor nunca ensaia com seus atores. Tom Hanks, que já sabia desse costume, decidiu não contar à atriz na esperança de presenciar uma “reação de diva”. Apesar do choque inicial, Streep e Spielberg se deram muito bem durante as filmagens, com o diretor ficando impressionado com a capacidade de transformação da atriz e não se contendo ao elogiá-la em todos os takes.

5 – Coincidentemente, Benjamim C. Bradlee e sua esposa Sally Quinn foram, durante muitos anos, vizinhos de Steven Spielberg, e os três se conheciam socialmente.

6 – O verdadeiro Daniel Ellsberg afirmou sair do RAND em posse dos documentos do Pentágono (e depois devolvê-los) ao longo de meses foi um risco calculado. Apesar de nunca ter sido vistoriado, Daniel não tinha certeza se essa era a política do local.

7 – Essa é a quinta colaboração entre Steven Spielberg e Tom Hanks. Com isso, Hanks ultrapassou Harrison Ford na lista de atores que mais vezes foram dirigidos pelo diretor.

8 – O filme possui uma cena “pós-créditos” em que anuncia os próximos capítulos do Washington Post na sua luta contra os malfeitos do governo Nixon.

9 – O filme funciona como um antecessor de “Todos os Homens do Presidente” (1976), onde dois jornalistas do Washington Post, Bob Woodward e Carl Bernstein, investigam o escândalo de Watergate. No processo, descobrem uma rede de espionagem e lavagem de dinheiro, que acaba por levar à renúncia do então presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon.

Fonte: acuradoria

Resumo de algumas críticas:

“Há um elemento muito caro em todos os filmes de Steven Spielberg, seja em suas aventuras, ou em seus dramas, algo que pode ser definido como um forte diálogo com o público, como se houvesse uma mensagem que a todo o momento deve ser assimilada pela plateia, num diálogo franco e bastante claro com quem está do outro lado da tela. O cinema de Spielberg não existe quando não há essa ponte bem estabelecida entre espectador e público, onde ele deseja que sua plateia sempre contenha todas as informações da trama, partilhe todos os sentimentos dos personagens e entenda perfeitamente a mensagem que está sendo transmitida. Talvez Spielberg seja um dos diretores mais fundamentados numa relação de confiança com o espectador (algo que se traduz no valor que o grande público dá ao cineasta). Essa relação é extremamente bem utilizada em The Post: A Guerra Secreta e define perfeitamente bem todos os procedimentos escolhidos pelo cineasta ao narrar esta história. O longa conta os eventos reais quando no final dos anos 1960, arquivos confidenciais que comprovavam as deficiências dos EUA na Guerra do Vietnã são expostos pelo mídia americana, as coisas ficam ainda pior quando a Casa Branca proíbe que o New York Times divulgue mais informações sobre o caso, colocando a imprensa como um todo em xeque. O filme acompanha a jornada dos participantes do jornal The Washington Post que passam a buscar mais informações sobre o caso, ainda que sua nova mandatária seja uma figura sempre presente nas confraternizações de políticos envolvidos naquele escândalo. Spielberg e o roteiro de Liz Hannah e Josh Singer (responsável pelo texto de outro drama/thriller jornalístico, Spotlight) elegem dois pontos de vista, a fim de, justamente, conseguir abrir um diálogo mais amplo com espectadores e temas relevantes. The Post: A Guerra Secreta é contado através dos olhos de Ben Bradlee (Tom Hanks), redator chefe do jornal que vê nesse conflito um possível grande passo na sua carreira, percebendo que pode fazer história em relação a sua profissão. E também pelos olhos de Kay Graham (Meryl Streep), que após anos vendo o jornal ser comandado por seu pai e depois marido, agora vê o The Post sob seu comando, tendo que aprender a lidar com o jogo e desfazer seu pacto com o típico papel de dama da alta sociedade.[…]” fonte: observatoriodocinema

“Numa época em que não só as instituições mas também as nossas mais sólidas noções de governo estão em transformação, The Post – A Guerra Secreta se apresenta nostalgicamente não apenas como um libelo pela liberdade de imprensa mas principalmente como uma defesa de instituições. Não é por acaso que tanto a esquerda quanto a direita americana o recebam bem; o filme de Steven Spielberg trata personagens como personificações dos pilares do seu tempo: o Estado, a mídia, a família. Meryl Streep vive o pilar da família, Katharine Graham, publisher do The Wahsington Post durante o período mais crítico da sua história, quando o jornal deixou de ser um empreendimento familiar regional para se transformar em um gigante da imprensa americana. A dinâmica “Igreja vs Estado” que ela estabelece com Ben Bradlee (Tom Hanks) é o motor do filme; Bradlee edita o jornal e defende a autonomia da redação, no dossiê que expõe os documentos secretos do Pentágono sobre a Guerra do Vietnã, e Katherine precisa defender os interesses econômicos do Post (que se cruzam com os interesses da aristocracia política de Washington). Bradlee, obviamente, é o pilar da mídia, papel que ele já desempenhou em clássicos como Todos os Homens do Presidente, relato feito a quente em 1976 na época do Watergate (o escândalo que se seguiu ao caso dos papéis do Pentágono, nas páginas do Post). Quem fecha o triângulo aqui e faz o pilar do Estado não é Richard Nixon – figura que Spielberg só filma de costas, à distância, respeitando o caráter ridículo que Nixon ganhou no imaginário hollywoodiano – e sim Robert McNamara (Bruce Greenwood), o Secretário de Defesa e “senhor da guerra” que representa o braço mais dramático do Estado americano, o braço da força.[…]” fonte: omelete

“Após estes mais de 40 anos de estrada no cinema, Steven Spielberg se tornou o tipo de realizador cujos filmes se tornaram claros como a água, ao menos no que concerne sobre o que os mesmos defendem. Há cerca de dez anos, o responsável pela lapidação do termo blockbuster com Tubarão têm se dividido entre os gêneros que lhe são característicos: as narrativas aventurescas e fantasiosas (Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, As Aventuras de Tintim), os dramas biográficos (Lincoln) e outros de identidade mais clássica (Cavalo de Guerra, Ponte dos Espiões). Houve também o malfadado resgate do espírito infantil de O Bom Gigante Amigo. De qualquer forma, é fato que Spielberg costumeiramente consegue ser um grande revisionista e simbologista do seu tempo, e filmes como The Post: A Guerra Secreta não chegam em plena turbulência política e ideológica (seja nos Eua ou no Brasil) à toa. Há muito que já pode ser desvendado sobre Spielberg á partir daí, em especial as ideias formalizadas que o ufanista cineasta irá botar em mesa. Mas após 40 anos, podemos sim olhar para Spielberg para além de suas ideias pessoais impregnadas e analisar o quanto isto lhe abre oportunidades para seguir aprimorando seus exercícios de estilo e construção imagética, se é que ainda é possível aprimorar algo do tipo para alguém como Spielberg. Aqui, o cineasta entrega sua ode ao questionamento e ao papel vital da imprensa neste ato político que é a liberdade de expressão. Ambientado nos anos 60, acompanhamos a publisher Kay Graham (Meryl Streep) e o editor do jornal The Washington Post Ben Bradlee (Tom Hanks), que no período mais crítico do veículo, se vêem no embate entre defender a autonomia e o bem-estar econômico quando diversos arquivos expondo as inúmeras deficiências e mentiras dos EUA na Guerra do Vietnã ameaçam vir à tona, enquanto que Kay, que herdou o Post de seu falecido marido, também se vê diante de conflitos com a aristocracia masculina que a certa.[…]” fonte: planocritico

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